CPVI - Centro de Pesquisa da Visão Integrativa

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Quarta, 22 de Novembro de 2017 - Boa tarde!
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Uma abordagem integrativa na Oftalmologia


Dr. Laércio Motoryn“Você é muito maior do que qualquer problema que esteja enfrentando. Não importa qual seja o problema, uma deficiência visual, outro problema físico qualquer, um desajuste emocional, falta de dinheiro, uma perda grande, o problema é sempre menor do que você. Mas se você se centrar no problema, só pensar nele, achar que não tem solução, então sim o problema vai ficar maior do que você. Por acreditar nisso é que procuro praticar uma medicina integrada, uma oftalmologia que aceita as terapias complementares, a HOMEOPATIA, Antroposofia, os exercícios do Dr. Bates e do Meir Schneider e a iridologia. É óbvio o uso da alopatia, cirurgia, as novas tecnologias, porque procuro trabalhar sempre com aquilo que pode ajudar o paciente.”

As palavras do Dr. Laércio Motoryn e por si só explicam sua visão da Oftalmologia, sua especialidade. “Acho que isso começou com o atendimento de clientes com visão subnormal, aqueles casos que os oftalmologistas normalmente não gostam de atender porque não há lentes, nem remédios que dê jeito. Pesquisei lentes especiais, lupas de vários tipos e percebi que mesmo pequenos resultados reais muitas vezes davam um novo alento à vida dessas pessoas. Por exemplo os baralhos especiais, com números e figuras enormes, ajudaram várias pessoas. Quase sem enxergar, com este baralho elas podiam se divertir um pouco, jogando cartas, ainda que com dificuldade para ver os números. Nessa época, conheci o Método Bates e participei do primeiro workshop que o Meir Schneider deu no Brasil. Estudei outras terapias e fui juntando ao meu trabalho, até chegar à abordagem integrativa que utilizo hoje. E acredito que a cura, ou melhora da saúde, vem sempre de dentro para fora, do centrar-se da pessoa, e também na crença de um Poder Superior, não importa que nome a pessoa dê a isso. É necessário também mudar o estilo de vida, batalhar pela conquista da serenidade, dar mais importância ao ser do que ao ter.”

E Laércio fala um pouco dos exercícios do Dr. Bates: “O palming, por exemplo, faz bem para qualquer pessoa, com qualquer problema visual ou mesmo sem nenhum. Porque o palming relaxa não apenas os olhos, relaxa o corpo inteiro. E quando você relaxa o corpo, relaxa também a mente. E vice-versa. Se você trabalha muito no computador, por exemplo, não adianta dar uma parada para tomar café, porque os olhos e o corpo vão continuar tensos do mesmo jeito. Se você parar 4 ou 5 minutos, algumas vezes por dia, e fazer o palming (aquecer as mãos, esfregando uma contra a outra e colocá-las em concha sobre os olhos, sem tocar o globo ocular), você vai sentir logo a diferença. A mesma coisa acontece com o simples ato de piscar. Piscar conscientemente alguns minutinhos, piscar olhando para cima, para baixo, para um lado e para o outro, também relaxa não só os olhos mas o corpo inteiro. São exercícios simples que não custam nada e têm ótimo efeito para a saúde dos olhos.”

Mas o Dr. Motoryn avisa que não adianta fazer esses e outros exercícios automaticamente. “É necessário fazer os exercícios de forma consciente, tirar esses poucos minutos para você mesmo, respirar com consciência, sentar de forma relaxada, achar uma posição adequada, no caso do palming, e então fazer o exercício. Ou seja, nesse momento o seu foco é você mesmo, não o seu trabalho, não as outras pessoas. Porque o nosso referencial maior deve ser sempre nós mesmos, não qualquer outra pessoa, já que a vida que vivemos é a nossa, não a dos outros.”

 

Fonte: CPVI