CPVI - Centro de Pesquisa da Visão Integrativa

Tel: (11) 3256 3368

E-mail: cpvi@cpvi.com.br

Domingo, 23 de Julho de 2017 - Bom dia!
Óculos / Lentes
Acupuntura
Artigos Diversos
Baixa Visão
Cirurgias Oculares
Dependências
Editorial
Espiritualidade
Exercícios Oculares
Funções dos olhos
Homeopatia
Iridologia
Medicina psicossomática
Palestras
Qualidade de Vida
Vídeos
Eventos
Links
Depoimentos
Faça sua adesão na CPVI

Artigos Diversos

Modernos tratamentos para doenças de retina


ANTI-VEGF

Pré tratamentoNovos tratamentos para as doenças da retina estão disponíveis. Trata-se de drogas capazes de bloquear o desenvolvimento das moléstias vasculares na retina. Essas doenças incluem a degeneração macular com membrana neovascular, diabetes na retina, tromboses, glaucoma com origem vascular entre outras.

Todas essas lesões estão relacionadas com intensa formação de vasos sanguíneos anômalos que se desenvolvem em vários locais da retina e produzem edema (coleção líquida) na mácula, hemorragias e descolamentos localizados da retina. Todas essas alterações provocam queda acentuada da visão, e se não forem tratados adequada e rapidamente, provocam danos irreversíveis na visão.

NOVOS TRATAMENTOS

1. Substâncias semelhantes à corticóides de liberação lenta e constante que, quando injetada no olho, bloqueia a formação de edema (líquido sob a mácula) e reduz drasticamente a inflamação por 3 a 6 meses.

2. Substâncias que bloqueiam e destroem os vasos anômalos (neovasos), inibindo hemorragias, descolamentos tradicionais de retina e aumento da pressão do olho. Essas substâncias são os Anti-VEGFs. Que são injetadas dentro do olho por meio de uma pequena cirurgia sob anestesia local e sedação, é realizada no Centro Cirúrgico, em condições estéreis. O paciente não sente dor, e não se lembra do procedimento.

O QUE É ANTI-VEGF?

Pós tratamentoVEGF (Vascular Endothelial Growth Factor) ou fator de crescimento vascular endotelial é uma proteína que regula o processo de angiogênese (desenvolvimento de novos vasos sanguíneos), estimulando a formação de novas células no endotélio (camada interna) do vaso sanguíneo, e que também controla a permeabilidade vascular.

A produção de VEGF aumenta em células que não estão recebendo oxigênio suficiente. Isto acontece, por exemplo, em indivíduos com diabetes que apresentam alterações na microcirculação da retina (retinopatia diabética) que causam isquemia e hipóxia. O suprimento insuficiente de sangue e de sanguíneos, mais frágeis que os normais, e por isso mais propensos a sangramentos, o que pode resultar em hemorragias oculares que comprometem a visão.

Medicamentos de última geração, denominados drogas antiangiogênicas ou anti-VEGF, atuam bloqueando a ação do VEGF, e são de extrema utilidade em casos de retinopatia diabética com hemorragias de repetição (diminuem a incidência) de novos sangramentos à medida que impedem a proliferação neovascular anormal, além de agirem na regressão dos neovasos já existentes), glaucoma neovascular (doença grave do nervo óptico) e degeneração da mácula (área central da retina correspondente à visão de foco) relacionada à idade (DMRI). Esta última doença, na sua forma neovascular (DMRI exsudativa).

Com aplicações intraoculares periódicas dessas drogas antiangiogênicas, com 2 a 3 meses de intervalo entre cada injeção, consegue-se estacionar a progressão da doença e, em muitos casos, melhorar a visão, com regressão total das membranas.

Fonte: CPVI