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Quarta, 22 de Novembro de 2017 - Boa tarde!
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Editorial

Ayin Tovah (Olho Bom)

Editorial

A nova faxineira era impecável. Esse era o seu problema. Ela era demasiadamente impecável. Não que ela pudesse ser culpada; ela fora contratada para limpar o chão do escritório, e apenas cumpria com o seu dever. Contudo, ela o fazia constantemente. Quantas vezes ao dia o piso de um escritório precisa de limpeza? Era feito de um material que requer uma boa limpeza, uma lavagem extensiva e uma boa passada de cera. A faxineira simplesmente não sabia parar. Limpava o piso do escritório constantemente, entre as frestas e debaixo das portas, varrendo e enxaguando cada vez mais e mais e mais. Se apenas reservasse o serviço ao horário noturno, quando o local se encontra deserto, ninguém jamais reclamaria. Todavia, durante o dia! horário em que todos se encontram no trabalho, entre as confusões inerentes ao horário de pico, lá estava ela com seu rodo inconveniente, atrapalhando os caminhos, causando tropeções – Cuidado com o pé! Mova sua cadeira! – o que era simplesmente impraticável. Ao menos, poderiam criar um sistema onde o piso seria lavado com eficiência, silenciosa e regularmente sem que ninguém fosse incomodado. “Ao menos se” – não estamos ainda em fase de Utopia, e coisas como tal não parecem não ser tão possíveis.

Esperem! Um sistema foi criado! Dizem que esse sistema de limpeza automática removerá pó e sujeira, enquanto ao mesmo tempo espalhará líquidos anti-sépticos por toda a superfície do piso, usando somente um aparato de limpeza. A limpeza impecável de toda a área é garantida, sem germes, e – o mais incrível de tudo – toda a área será completamente limpa a cada cinco segundos. Antes que se reclame que limpeza tão freqüente (doze vezes a cada minuto!) será completamente nociva, é dito que há uma garantia estrita de que ninguém jamais sentirá a limpeza enquanto é feita. Ocorrerá sempre, vinte e quatro horas diárias, sem que ninguém perceba.

Você acredita que exista um sistema assim? Por mais estranho que possa parecer, isto ocorre agora, mesmo enquanto você lê esta frase. A superfície do olho deve ser mantida sempre úmida e limpa. Acima de cada olho há uma pequena fábrica chamada “glândula de lágrimas”, produzindo um fluído magnífico em que se contém um exterminador de germes. A cada piscadela este líquido se espalha pela superfície do olho através das pálpebras, que por sua vez, funcionam como pára-brisas. Silenciosa e eficientemente, sem qualquer esforço consciente, a área da superfície é mantida livre de germes, úmida e limpa. Tudo é feito com tamanha leveza que o ofício do olho não é interferido de modo algum. Piscamos e piscamos, sem nem mesmo um pensamento – é o sistema de limpeza mais eficiente já criado.

O fato de nós termos duas fábricas produzindo um limpador químico altamente especializado e constante é suficientemente incrível; mas não deixe a coordenação passar batida. Lágrimas, sem pálpebras para espalhá-las à superfície ocular seriam inúteis. Da mesma forma, pálpebras se fechando e abrindo pela superfície ocular supersensível ocasionariam uma experiência extremamente dolorosa sem a lubrificação das lágrimas. Água sem um rodo é inútil, e para nada serve um rodo sem água. Como tantos órgãos e sistemas no corpo, esse é apenas um exemplo da interdependência de dois órgãos de funções completamente diferentes, em que um é completamente dependente do outro e em que um é inútil sem o outro – uma indicação clara da total coordenação do todo.

Nenhum método de limpeza seria suficiente, sem a provisão para se remover o excesso de líquido. Felizmente, há dois tubos de drenagem pequenos no canto interno do olho, por onde escorre o soro fisiológico. Esses tubos desembocam direto nas cavidades nasais. Quando uma pessoa chora, ela tem de assuar o nariz, mas às vezes tanto líquido é produzido, que não pode ser completamente drenado, e então acaba recaindo sobre as bochechas como lágrimas. Olhe seu amigo próximo nos olhos. Você acreditaria que no canto exterior superior, encoberto abaixo da pele há uma fábrica química produzindo anti-sépticos especializados, vinte e quatro horas ao dia, e nas partes inferiores internas, habilmente escondidos, no entanto funcionando perfeitamente, há um sistema de drenagem intrínseco conectando os olhos ao nariz!

É a marca de um bom Criador, em que Ele é talentoso em combinar a praticidade pragmática em um visual aprazível. Nenhum carro tem seu motor posto no teto. Pó e chuva, batidas e freadas bruscas os arruinariam rapidamente. Pelo contrário, o motor está encoberto, são e salvo, enfiado e seguro sob um capô metálico rígido. Similarmente, o mecanismo delicado de uma câmera está protegido pela embalagem dura e duradoura, enquanto a lente ultra-sensível é guardada por cobertores de lentes e caixas para as mesmas.

O Criador de nossos olhos bem entendeu que esse é o instrumento de precisão por excelência, tal qual uma câmara sofisticada é protegida.

As partes externas dos olhos são protegidas pelas sobrancelhas, pálpebras e cílios. Cada sobrancelha é uma elevação óssea com grossas dobras de pele. Elas guardam o olho da luz solar, ajuda a protegê-lo de sopros ou ventos, e dispersa suor e chuva para que se esquivem por fora da face e se desviem dos olhos. Certa vez, um homem caminhava ao longo de uma estrada com lojas por toda sua extensão. Enquanto caminhava, olhava para as lojas aos lados, quando repentinamente sentiu um choque em sua face, e acabou vendo estrelas, mesmo sendo meio-dia. Quando recuperou seus sentidos, olhou a sua volta e viu que acabara de se chocar diretamente com um andaime de aço que se encontrava na calçada. Com cautela, apalpou seu nariz e quedou-se contente de encontrá-lo ainda inteiro. Se suas sobrancelhas não tivessem sustentado a força do choque, ou se seus olhos sobressaíssem de suas sobrancelhas, a situação poderia ser diferente. Além das sobrancelhas, bochechas protuberantes e a testa completam o anel de absorvedores de choque que guardam os olhos essencialmente de uma força danificadora.

As pálpebras são uma cobertura protetora para os olhos, tanto quanto as portinholas de metal que protegem as vitrines de um armazém. Com uma exceção, de que as pálpebras deslizantes se abrem e se fecham em questão de um milésimo de segundo, sem o ruído estrondoso de seus primos metálicos. A abertura e fechamento de nossas próprias ‘portinholas’ não ocorrem por mero acidente. Elas são ativadas por músculos que, por sua vez, são ativados por mensagens diretas do cérebro. É um exemplo interessante de um mecanismo que é ao mesmo tempo voluntário e involuntário. Isto significa que você pode piscar rapidamente se quiser, ou tentar nem piscar. Normalmente, de qualquer modo, acaba sendo um reflexo, que aumenta sob stress ou em momentos de perigo, e diminui em momentos de concentração.

O que é assaz incrível de se ver é a construção de uma pálpebra, que é muito mais que uma dobra feita de pele. Na parte externa estão os músculos que a movem, no meio há uma massa de cartilagem, a fim de lhes garantir rigidez, e na parte interna estão pequenas glândulas tarsais que secretam um óleo, que concomitante às lágrimas, providencia a lubrificação. (Essas glândulas, por si próprias não são suficientes para permitir que as pálpebras deslizem pelos olhos,lágrimas são essenciais). Os cílios apenas crescem na margem externa assegurando que não se aproximem muito da superfície do olho! Todo esse complexo de músculos, cartilagem e fábricas de óleo convenientemente se dobram fora do perímetro de visão quando não é requerido.

Os cílios formam uma franja de pêlos esticados protraindo-se das pálpebras, que recolhem e escovam partículas que podem se alojar no olho. Observe um cílio. Veja o quão duro ele é, distinto de qualquer outro pêlo, como nunca cresce abaixo de uma certa estatura e nunca precisa ser aparado, como são formados perfeitamente, o set superior se inclinando para cima, o inferior para baixo, a fim de não obscurecer a visão. Como se curva um fio de cabelo? Nada ocorre por acaso, especialmente o fato de que cada fio de cabelo tem uma construção perfeita, e é o produto de sua própria fábrica individual.

O olho foi abençoado com nervos supersensitivos que soam um alarme quando sentem a presença de um invasor, como uma partícula de um grão de areia ou um pêlo. Como você reage se um fio de cabelo toca seu joelho, ou se um grão de areia entra em contato com sua mão? Será que você o sentiria? Agora, se qualquer um destes tocar a superfície de seu olho, o resultado é uma frenesi de incômodos. Por que a diferença? Todos temos pontas de nervos distribuídas à parte superficial de nossos corpos – quantas são necessárias para proteger aquele órgão. Se você espetar seu dedo com um garfo de duas pontas, você sentirá duas picadas. Se você faz o mesmo a suas costas, sentirá apenas uma picada, porque as costas possuem menos nervos que as mãos. Não precisam de tantos. Os olhos precisam de muito mais proteção, portanto possuem muito mais pontas de nervos. Se um pedaço de poeira, mesmo pequenino, entra no olho, uma mensagem é enviada ao cérebro que, por sua vez, instrui as glândulas que fabricam lágrimas para inundar a área e lavar o invasor afora. A aproximação de uma cebola, com seu aroma potencialmente danificador produz o mesmo efeito.

Yiov disse: “De minha própria carne eu percebo a Deus” (19:26). A forma com que nossa janela ao mundo é limpa e protegida, com sabedoria e criatividade, é uma ilustração excelente. A maneira com que o olho funciona, deveras, é ainda mais incrível...

Qualquer criança lhe contaria. É mais fácil destruir do que construir. Um serrote, montado dolorosamente durante um longo período pode ser desmantelado em questão de segundos. Em uma vizinhança próxima, casas de terrenos antigos estavam sendo demolidas para dar espaço a moradias melhores. Uma fileira das casas antigas foram derrubadas em uma nuvem de pó, madeira e tijolos, e o local foi limpo em menos de uma semana, enquanto suas substitutas levaram meses a serem erguidas – como a Fênix – das ruínas. Descobrir algo que pode ser desmontado e reconstituído perfeitamente em questão de segundos é uma façanha rara, e pareceria merecedor de maiores investigações.

Imagine a invenção conseguinte: Você tem um tubo cheio de uma substância composta de dois químicos constituintes. Isto, por vez, faz com que um sino pequeno toque – um detector de luz. Feito seu trabalho, os dois químicos se unem novamente em uma perfeita combinação. Estão contentes em repetir sua performance incessantemente pelo período que você quiser. A única condição é que você os alimente de cenouras! O propósito desta pequena invenção é prover um dispositivo sinalizador que o informe quando uma luz brilha, junto a uma análise completa da natureza, fonte e significado dessa luz. Sua vantagem é que não custa nada para operar, afora algumas gramas de cenoura, e seu brilho é que constituiu químicos que se quebram e se unem novamente tão rápidos quanto um raio de luz.

Você está interessado em tal máquina? Quantas podemos lhe oferecer? Temos boas notícias – você já tem algumas. Não apenas algumas, mas muitas. Para ser preciso, cento e vinte e cinco milhões. Não se lembra de tê-las recebido? Bom, você nem poderia; elas vieram com você desde o nascimento, cento e vinte e cinco milhões em cada olho.

Quando uma luz passa por entre a abertura na frente do olho,a pupila,passa pela lente e é focalizada na parte posterior do olho, a Retina. Nessa área, cobrindo menos de um terço de centímetro, há máquinas instantâneas (aproximadamente cento e cinqüenta mil para cada milímetro quadrado) em formato de varinhas. Cada varinha é uma máquina distinta, conectada em uma fibra nervosa ao cérebro. Cada varinha pequenina contém uma substância química chamada rodopsina ou púrpura visual. Quando a mínima quantidade de luz atinge à varinha faz com que algumas moléculas da púrpura visual se quebrem, ou se alvejem. Isto, por vez, gera uma pequena faísca de eletricidade – ou como um milionésimo de volts – pequena em demasia até mesmo para fazer cócegas a um mosquito. Essa eletricidade se alimenta em um nervo óptico do formato de um canudo, e é transmitido ao cérebro em uma velocidade de aproximadamente quinhentos quilômetros por hora. O cérebro interpreta os sinais invasores e proclama o veredicto. (A imagem que você viu é então guardada no seu álbum pessoal de fotografias, chamado de memória, propício a ser alcançado a qualquer hora). A púrpura visual é então ressintetizada e está pronta para uma nova ação. Toda essa atividade eletroquímica foi realizada em aproximadamente dois milésimos de segundo! Eis a sua máquina que se quebra e se remonta com mais rapidez que um piscar de olhos.

As varinhas funcionam melhor em luz suave, ou à noite, e pode apenas detectar negro e branco. Quando as pessoas dizem que comer cenouras o ajudam a enxergar no escuro, creia nelas! A púrpura visual é feito de Vitamina A, que é particularmente abundante nas cenouras. Qualquer um que não contenha suficiente Vitamina A em sua dieta pode, deveras, experimentar dificuldades em visão noturna. Você já percebeu que quando você entra num lugar brilhoso de luz solar, você não pode ver nada a princípio, mas gradualmente as coisas começam a ficar visíveis? Isto é conhecido como adaptação ao escuro, e é causado pelo fato de que todo a púrpura visual se quebrou pela luz solar, e demora alguns segundos para que as milhões de varinhas se reconstituam e comecem a funcionar.

Como então conseguimos enxergar em plena luz do dia, e detectar cores? Para tanto, nosso Criador gentilmente nos proveu com uma máquina diferente, desta vez, em formato de cone. Cada olho é equipado com aproximadamente sete milhões de cones, e estes estão concentrados em uma pequena área da retina, e se fazem ativas ao passo que cresce a iluminação. É pensado que os cones, também, têm pigmentos alvejantes que reagem às ondas de luz de cores diferentes. Como um artista misturando tintas com um pincel, nosso cérebro se mescla aos sinais elétricos que cores diferentes desencadeiam, a fim de fazer traços de variadas colorações. Em luz escassa, a atividade dos cones diminui, e o senso à coloração desaparece, e tudo se transforma cinza até que as varinhas tomem o controle. (“Desde quando se deve rezar o Shema na manhã, diz Rabi Eliezer, desde o horário em que pode diferenciar entre azul e verde” – luz suficiente para que possam as varinhas tomar controle. Maravilhas e maravilhas!).

Imagine o que aconteceria se cento e trinta milhões de máquinas separadas mandassem estímulos elétricos ao cérebro simultaneamente – não conseguiria lidar com tantos dados. A fim de resolver este problema, um arranjo engenhoso foi construído no sistema onde muitas fibras nervosas se combinam e se conectam, assim reduzindo suntuosamente o número de sinais. Assim fazendo há uma grande vantagem em que a imagem é aumentada e a nebulosidade é eliminada. Este sistema é tão sofisticado que foi adaptado a um processo de imagens que são recebidas de uma espaçonave. A diferença é que a pequena retina cumpre a função de um processador de imagens complexo em uma área do tamanho da cabeça de um alfinete, enquanto as fotos da espaçonave são processadas por um grandioso computador que preenche uma sala com sua extensão.

É imperativo que nós percebamos que a cada hora que olhamos nossos bons amigos nos olhos estamos observando duas diminutas câmeras ultra-sofisticadas, completas com lentes, capô, controle automático de íris (abertura), com foco automático, sem esquecer do mecanismo de auto limpeza, onde cada imagem é processada instantaneamente, guardada no banco de memórias, o qual consiste de uma complexidade tão grande que nossa habilidade de compreender isto, como tão apenas duplicar isto, é tão limitada quanto a de um aprendiz mirando maravilhado pela primeira vez o capô de um automóvel Rolls-Royce.

Apesar de que o olho por si ser um instrumento extremamente sensível, é extremamente bem protegido também. Como ele se encontra em sua cavidade óssea, é abafado por um tecido gorduroso. A camada externa do olho é feita de um tecido forte protetor (como você leu nesse parágrafo, pense, criação, Criador...) que segura o olho em sua forma graças a sua não-elasticidade. Ele reage com as forças exteriorizadas dos fluídos do olho e mantém a forma de um globo ocular, essencial para uma boa visão. Esta camada forte e externa, também fornece pontos de ligação com os músculos que movem o olho.

Os músculos do olho são magníficos! Você pode mover seus olhos para cima ou para baixo, para os lados ou rotá-los em seu próprio eixo. Seis músculos, ancorados ao crânio na parte traseira da cavidade ocular, são ligados a vários pontos desta capa externa. Os músculos são coordenados pelo cérebro para que ambos os olhos possam se mover na mesma direção. Um dos refinamentos da ação muscular é que você possa seguir o percurso do objeto sem nenhum esforço consciente. Nada é acidental! O músculo que o permite rotar seu olho, de fato, ocorre através de uma roldana feita de fáscia para que possa inclinar-se para trás e ser conectado no ângulo correto. Realmente há uma roldana sobre seu olho por onde o músculo obliquo superior corre fácil e livremente.

Outro refinamento remarcado é que cada olho vê um pouco diferente do outro o mesmo objeto. O cérebro recebe essas diferentes visões e as mescla juntamente para fornecer uma foto completa tridimensional. Segure seu dedo direito frente sua face. Olha para ele com cada olho por vez, com o outro fechado, e verá uma diferença sutil nas visões. Com ambos os olhos abertos, está tudo espantosamente fundido em uma completa figura.

Nossos olhos, do tamanho de uma bola de tênis, não são cheios de ar. Há um líquido claro em frente às lentes,o humor aquoso que contém sais dissolvidos e glicose. Também contém oxigênio. Este líquido miraculoso é fabricado em uma fábrica especialmente desenhada dentro do olho. Um intricado e especialmente construído sistema de drenagem assegura que a pressão desse líquido permaneça constante. O espaço largo atrás das lentes se enche de um gelatinoso humor vítreo que é uma proteína gelatinosa que ajuda a manter o formato esférico do olho. Não é nenhum acidente que o Lashon Hakodesh de um olho é AYIN, que também quer dizer um poço d’água. (A palavra AYIN também está contida em MAYAN, ou seja, uma fonte). A conexão é fenomenal. O único órgão do corpo que é inteiramente cheio deste líquido é belamente construído como um pequeno poço; nossa janela para o mundo, nossa AYIN TOVAH.


Fonte: Copyright DR. AKIVA TATZ - Todos os direitos reservados - 2007